sexta-feira, 8 de outubro de 2010

LULA CONTRA O VATICANO - AMEAÇA

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BRASILIA, 07 Out. 10 / 07:45 pm (ACI).- A agência italiana ANSA informou que o secretário pessoal do Presidente Luiz Lula Da Silva, Gilberto Carvalho, disse à cúpula da Igreja que se continuarem os questionamentos contra a candidata Dilma Rousseff –devido à sua postura favorável ao aborto– poderia ser revisado o acordo assinado com o Vaticano.

ANSA, que recolhe uma notícia do jornal Valor Econômico, assinalou que Carvalho se reuniu com
membros da Conferência Nacional de Bispos do Brasil e comunicou que o governo pode voltar a discutir o acordo que contempla o apoio a escolas católicas e outros benefícios.
Lula revisaria o acordo assinado por Lula e o Papa Bento XVI em 2007 no Brasil, e ratificado em 2009 no Vaticano, depois do qual foi aprovado pelo Congresso, onde foi questionado por congressistas evangélicos.
fonte: aci digital

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PADRE ABRE O BICO E DESCE A LENHA NO PNDH-3

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LULA CONTRA O VATICANO: AMEAÇA

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BRASILIA, 07 Out. 10 / 07:45 pm (ACI).- A agência italiana ANSA informou que o secretário pessoal do Presidente Luiz Lula Da Silva, Gilberto Carvalho, disse à cúpula da Igreja que se continuarem os questionamentos contra a candidata Dilma Rousseff –devido à sua postura favorável ao aborto– poderia ser revisado o acordo assinado com o Vaticano.

ANSA, que recolhe uma notícia do jornal Valor Econômico, assinalou que Carvalho se reuniu com
membros da Conferência Nacional de Bispos do Brasil e comunicou que o governo pode voltar a discutir o acordo que contempla o apoio a escolas católicas e outros benefícios.
Lula revisaria o acordo assinado por Lula e o Papa Bento XVI em 2007 no Brasil, e ratificado em 2009 no Vaticano, depois do qual foi aprovado pelo Congresso, onde foi questionado por congressistas evangélicos.
fonte: aci digital

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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

ICR IDC ONO

=====
Pg. 471
=====

ÍNDICE ONOMASTICO
DOS AUTORES CITADOS

A
AFRAATES (S.), 65.
AGATÃO; 162.
AGOSTINHO (S.), 65, 82, 109, 110,
141, 161, 162, 221. 270.
ALFORD, 33.
ALLAIN, 362.
ALLEN (N.), 416.
ALTHAMER, 402.
ALZOG, 207, 378.
ÁMBRÓSIO (S.), 35.
ANAT6LIO, 120.
ANDRADE BEZERRA, 460:
ANDR~ (J.), 394, 402, 403.
ARBITli:R (PETRUS), 395.
AR:SOLDI, 201.
ATANÁSIO (S.), 106, 116.
AUDIN, 45, :194, 195, 199, 246.

B
BACHMANN, 201.
BAINVEL, 172.
BALMES, 251, 336, 337, 351, 37],
380, 405, 454, 455.
BANCROFT, 303, 325.
BARTHOLD, 310.
BASfLIO (S.), 221.
BASNAGE, 85.
BATIFFOL, 86, 172.
BAUDRILLART, 337, 405
BAUNARD, 297.
BAuR (F. C.), 81.
BEAUDOIN, 194.
BEAUMONT, 304, 305.
BELARMINO, 42.
BELZIUS, 394.
BERNADAKIS, 113.
BERSOT, 286.
BERTILLON, 418.
BERULLE, 314.
BEYBCHLAG, 257.
BICHLER, 195.
BIEDERMANN, 260.
BISPING, 53.
BLOCHINGER, 18.1.
BLOOMFIELD. 33.
BÓLGENI, 65.
BONIFÁCIO I, 107.
BONOMELLI, ] 72.
BOSSUET, 150, 182, 183, 199, 235,
264, 331, 400.
BOUGAUD, 232, 263, 298, 335, 337
BOUIX, 112.
BOURGET (P.), 298.
BRENNAN, 351.
BRUDERS, 86.
BRUNETIERE (F.), 453.
BRÜCK, 186.
BUCERO, 194.
BULLINGER, 199.
BURKARDT 186.
BUTLER (C.), 164.

C
CAIO, 69, 82.
CALMET, 36, 37.
CALVINO. 113, 151, 180, 188, 189,
194, 199, 201, 378, 387, 397.
CAMERÁRIO, 358, 364, 365.
CAMPANA. 164.
CANTÚ, 304, 305.
CAPECELATRO, 324.
CAPRARA, 94.
CARLOS II, 196.
Carmen adv. Marcionem, 68.
CATHREIN. 260.
CECCONI, 164.
CELESTINO (S.), 108.
Centuriadores de Magdeburgo. 159.
CHATEAUBRIAND, 336, 351, 369.
CHATAM, 321.
CHATTERTON-HILL, 236, 457, 459, 460.
CHAVAUX, 256.
CHEMNITZ. 201, 378, 405.
CHEYNE (T. K), 79.
CHYTRAEUS, 368.
CIPRIANO (S.), 67, 73, 109, 139, 161.
CIRILO ALEX. (S.), 65. 221.
CLARENDON, 205.
CLAUSER, 362.
_____________

Pg.472

CUlMENTE ALEX., 67, 69, 73, 81, 85.
CLEMENTE ROMANO (S.), 75, 85, 104.
COBBETT, 45, 319, 361.
COCHIN (A.), 330,331.
COIT (TH.). 325.
COLLIER, 360.
CORDI, 359.
COUSTANT, 107.
CRISÓSTOMO (S.), 60, 64, 65, 221.
CRISTIANI, 195.
CULMANN, 365.
CZECANOVIUS, 400, 401.

D
D'AGUESSEAU, 44.
D'ALÊS 86.
DANIN-BoRKOWSKI (VON), 86.
DANTE, 256.
DARBOY, 167.
DAREMBERG, 103.
DE BEAUREPAIRE, 362.
DEBROGLIE, 377.
DE LA BRIERE, 276, 302, 337.
DE LAGARDE (G.), 337.
DE MAISTRE, 100, 105, 109, 114, 144,
172, 178, 196, 198, 202, 251, 418,
454.
DE MARTIN, 242.
DENIFLE, 195, 198, 199, 200, 203,
347, 353, 354, 405.
DE ROBSI (J. B.), 48, 86.
DE SMEDT, 82, 94.
DE STAEL, 261.
DE VOGÜE (E.), 459.
DEVAS, 320, 337, 453, 459.
D'HERBIGNY, 93, 120, 172.
DIECKMANN, 172.
DIETEMBERG, 201.
DIETRICH, 404.
DIODORO SÍCULO, 38, 77.
DIONÍSIO DE CORINTO (8.), 70, 71,
72, 85.
DIXON, 398.
DOELLINGER, 149, 159, 182, 197, 310,
324, 325, 336, 353, 354, 365, 367,
371, 402, 405.
DROYSEN (J. G.), 314.
DUCHESNE, 109, 172.
DUDITH, 368.
DUMONT, 302.
DUPANLOUP, 167.
DU PIN, 36, 37.
DUPLESSY, 381.

E
EBERLIN DE GÜNZBURG, 394.
ECOLAMPÁDIO, 194, 362.
EFRÉM (S.), 65.
EGAN (F.), 351.
EHRENBERG, 313.
ELLIS (H.), 327.
EPIFÁNIO (S.), 221.,
ERASMO, 177, 200, 356, 397.
ERTL, 429, 430.
ESTRABÃO, 77 .
EUSÉBIO DE CESARÉIA, 65, 67, 70,
71, 72, 73, 83, 85, 217.
EWALD, 81.
EWER, 262.

F
FABER, 194.
F ACUNDO DE HERMAS, 58.
FAUCHER (L.), 329, 332, 413.
FEHLING, 425.
FESSLER, 164, 166.
FIGUEIREDO (A. DE), 460.
FILIPE (S.), 110.
FILLION, 254, 264.
FILO, 79.
FITZ (W.), 192.
FLAMÉRION, 296, 337.
FLASH (SEB.), 193.
FLÁVIO (J.), 38, 79.
FOLLETITE, 337.
FONTENELLE, 286.
FORSTER, 205.
FOUARD, 81.
FRANK, 404.
FREDERICO II, 197.
FREIBERG, 196.
FREPPEL, 350.
FROUDE (J. A.), 434.
FULLER, 78.
FUNK,74.

G
GALIFFE, 189, 190, 191, 206, 362.
GAROFALO, 414.
GARRETT, 294.
GARRUCCI, 47.
GASPARIN, 262.
GELÁSIO DE CIZICO, 116.
GERMANUS, 195.
GIBBINS, 318, 32l.
GIBBON (E.), 139, 243, 244, 343.
GIESELER, 93.
GLAREANO, 365, 366.
GOEBEL, 53.
GOEHREB, 428.
GOERGES, 365.
GOURY DU ROSLAN, 291.
GOYAU (G.), 264, 383.
GRAHAM, 337, 429.
GRANDERATH, 164.
GRASSL, 446.


473 - ÍNDICE ONOMÁSTICO

GRATRY, 230.
GREENWOOD, 67, 69.
GREGÓRIO MAGNO (S.), 58.
GREGÓRIO NISSENO (S.), 65.
GRISAR, 69, 86, 93, 183, 184, 186,
194, 195, 198, 201, 204, 232, 383,
393, 405. . ,
GROTIUS (H.), 77, 101, 232, 245, 368.
GUIRAUD, 195.
GUIZOT, 249, 284, 336, 343, 344.
GUTBERLET, 172, 337.

H
HAEBLER (K), 291.
HAHN-HAHN (IDA V.), 260.
HALLAM, 361.
HAl.lMERSTEIN (L. v.), 426.
HARDIE KEIR, 319.
HARLESS, 234.
HARNACK, 81, 93, 150, 253, 259, 355.
HARTMANN, 263, 272.
HASE (K v.), 33.
HASTINGS, 79.
HAULLEVILLE, 269, 276, 337.
HEGEL, 25l.
HEGESIPO, 85.
HEIDRICH, 257.
HEMMING (N.), 401.
HENKE (C. L. TH.), 366.
HENRIQUE VIII, 102.
HERGENROETHER, 164.
HERMANN (W.), <>I
IAEGER (P.), 253.
ICKELSAMER, 392.
INÁCIO DE ANTIOQUIA (S.), 74, 84.
IMBART DE LA TOUR, 195.
INOCÊNCIO I, 107, 162.
IRINEU (S.), 69, 73, 81, 82, 83, 85,
104, 109, 138, 161, 218.

J
JACOBI, 227.
JACQUART, 413.
JALAGUIER, 33.
JANNET, 439, 440. ,
JANSSEN, 195, 207, 313, 357, 371, 400,
405.
JEANMAIRE, 259.
JEANTET, 190.
JERÔNIMO (S.), 65, 82, 110, 161, 221.
JESSOPP, 262.
JOÃO DAMASCENO (S.) 221.
JORGE, DUQUE DE SAXÔNIA, 201.
JOUBERT, 457.
JOUFFROY, 341.
JUDAE (L.), 194.
JULICHER (A.), 257.
JÚLIO I, 106 .
•JURIEU, 235.
JUSTINIANO, 114.
JUSTO JONAS, 184.

K
KAFTAN, 253.
KAMPFE (W.), 440.
KAMPSCHULTE, 191.
KEIL, 33.
KEIM (TH.), 33.
KIRCH, 185.
KISSLING, 236, 264.
KLING-BRAUNE, 53.
KNABENBAUER, 53.
KNIES (K), 300.
KNOX, 205.
KOHLER (J.), 459, 460.
KROGH-TONNING, 135, 188, 224, 230,
255, 263, 264.
KROSE, 410, 413, 415, 419, 421, 429,
433, 447.
KÜBEL, 425.
KÜHNERT, 438.
KUINOEL, 33.
KURTH (G.), 351.

L
LANCIANI, 86.
LÂNSIO, 358.
LAURENT, 314.
LAVEILLE, 411.
LA VELEYE, 269.
LEÃO MAGNO (S.), 31, 80, roi, 162.
LEÃO XIII, 282.
LEIBNITZ, 85, 101.
LEMOINE, 276.
LÉMOZIN, 326, 337.
LEO (H.), 315.
LE PLAY, 298, 450, 451.
LEROY-BEAULIEU (A.), 334, 417, 453,
459.
LESKER, 304, 305, 434, 435.
LESSING, 225.


474 - ÍNDICE ONOMÁSTICO

LESTER (CR.), 331.
LIHTENBERGER, 264.
LIGHTFOOT, 10S.
LINDNER (F.), 43I.
LINGARD, 304, 30S, 322.
LITTLEDALE, 16S.
LITTRÉ, 284.
LODIEL, 35l.
LOISY, 27, 46, 98.
LOOFS, 150, 252, 2S3.
LORIA, 414.
LOUANDRE, 346.
LUCIANO, 77.
LUTERO, 9S, 112, 114, 135, 151, 157,
17.5-188, 193-194, 197, 200, 203,
206, 228, 231, 232, 258, 353, 357,
363, 36.5, 378, 379, 384,' 385, 386,
388, 389, 390, 391, 392, 393, 39S,
397, 398, 399, 401, 403.

M
MACAULAY). 204, 320, 324, 326, 328.
MACCHI, (v.), 94.
MACGREGOR, 324.
MA0MAHON, 325.
MAGALHÃEs DE AZEREDo, 461
MAIER (Ad.), 53.
MAINAGE, 188.
MALDONADO, 36, 37.
MALLOCK, 45S, 458.
MANNERS, 319.
MANNING, 154, 164, 32S.
MANSEL, 33.
MARSH, 33.
MARSHALL, 411.
MARTIRE (E.), 436.
MASARYK, 441, 447.
MAUSBACH, 313, 337.
MAYER, 33.
MAYR (G v.), 416, 439, 442, 443,
444.
MECKELBURG, 196.
MELANCHTHON, 150, 180, 18.5, 186,
190, 197, 232, 364, 378, 384, 387,
392, 393.
MÊNIO (E.), 358
MENKENIUS, 185.
MEYER (A.), 2S3.
MEYER (H. A. W.), 53.
MICHAEL (E.), 313.
MICHIELS, 86.
MIGNE, 36.
MOEHLER, 355, 383.
MOIGNO, 289, 330, 337.
MONCEAUX, 76, 86, 94.
MONNIER, 32.
MONOD (G.), 244, 260.
MONSABRÉ, 123.
MONTALEMBERT, 344.
MONTESQUIEU, 282.
MOORE (TH.), 199.
MORAN (P. F.), 304.
MORSELLI, 443.
MOTLEY, 370.
MÜHLER (J. T.), 378, 379, 383. 385.
MÜLLER (E. F. K.), 206, 207.
MÜNZER, 180.
MURILLO, 337.
MURRAY, 172.
MUSKULUS (A.), 393, 401.


N
NAUDET, 337.
NAVILLE, 45, 381.
NEUMANN, 428.
NEVE (J. E.), 327.
NEWMAN, 306.
NICOLAS, 136, 192, 227, 307, 330,
337, 371, 402, 405., 410.
NIEBUHR, 308.
NITZSCR, 252, 253.

O
Ocarx, 144.
O'CONNOR, 405.
OETTINGEN, 414, 415, 426. 427, 431,
437, 442, 447.
OLPE (M.), 446.
ORÍGENES, 65, 67, 73. 81, 85, 138,
221.
OSIANDER, 446.
OSSIANDRO, 401.
OTTIGER, 172.
OZANAM, 344.

P
PALMIERI, 172.
PAPIAS, 72, 81.
PAPIRO MASSON, 194.
PAPPUS, 200.
PAQUET, 351, 362, 371.
PAQUIER, 379.
PARSON, 85.
PASHLEY, 324, 327, 328.
PASTOR, 195.
PAULSEN, 256, 260, 346, 355, 360
PAULUS, 187.
PAUSÂNIAS, 77.
PAVISSICH, 427.
PELÁGIO (CRIST.), 359.
PEREIRA (E. C.), passim.
PEREZ (A.), 205.
PERREYVE (H.) 172.
PESCH (H.), 280, 337.
PETRI (J. H.), 359.
PEZENROFFER, 447.
PFAFNNERI, 207.


475 – ÍNDICE ONOMÁSTICO

PFLEIDERER (O.), 33, 259.
PHILIPPSON, 313.
Philosophumena, 68.
PINARD DE LA BOULLAYE, 264.
PIO XI, 311.
PIRKHEIMER, 394.
PLACZEK, 446.
PLANCK, 264.
PLATÃO, 134.
PLÍNIO, 77.
PÔRTO CARREIRO, 435.
POULPIQUET, 172.
PRANTL, 366.
PRESCOTT (W. H.). 370.
PRUNEL (L.), 351.
PUFFENDORF, 85, 101.
PUNIER, 260.

Q
QUINET (E.), 207.

R
RASPERGER, 135.
RASS, 395.
RÉGIO (URB.), 367.
REISCHL, 53.
RENAN, 79, 81, 243, 298.
RENDU (E.), 329, 330, 345.
RICHTER, 202.
RIGGENBACH, 394.
RIVIUS, 395.
ROGERS (E. TH.), 319, 320.
ROHDEN, 257.
ROHNERT, 258.
ROHRBACH, 263.
ROIRON, 59, 60.
ROMMEL, 360.
ROOSEVELT (T.), 334.
ROSENMÜLLER, 33.
ROSKOVANY, 172.
ROST, 252, 263, 337, 421, 423, 425,
446:
ROUSSEAU (J. J.), 188, 245, 25G.
ROUSSEL (N.), 268, 275, 317.
RUI BARBOSA, 8, 228.

s
SABATIER, 133, 253, 257, 259, 387.
SAEDLER, 415 .
SANGUINETTI, 94.
SATTLER, 401.
SCAGLIA, 47.
SCHADE, 198.,
SCHAEFER, 53, 261.
SACHAFF (PH.), 81, 93.
SCHANZ, 172, 346, 351.,
íNDICE ONOMÁSTICO 475
SCHEEL (H. v.), 414.
SCHELLING (F. W. J. v.), 33.
SCHENKEL, 252.
SCHÉRER, 262.
SCHNEDERMANN, 53.
SCHOENBERG (G.), 312.
SCHOETTGEN (CHR.), 80.
SCHOLZ (H.), 261.
SCHREIBER, 365.
SCHULTES, 172.
SCHULZE (E.), 236.
SCHW ANE, 383.
SCHWEGLER (A.),' 81.
SCHWEITZER, 254, 258.
SERTILLA.NGES, 8, 271.
SREFFIELD, 321.
SINOPOLI DI GIUNTA,: 35l. ,
SIRÍACO (S.), 107.
SIRMOND, 344.
SMITH (S.), 331.
SMITH (W.), 77, 78.
SÓCRATES, 117.
SOLOVIEW, 22, 172.
SPITTA, 259.
STAPFER, 387.
STAPHYLUS, 397.
STARCK (VON), 85.
STAUDLIN, 144.
STEEG, 25.5.
STENDEL, 261.
STICKER, 426.
STILLICH, 263.
STOECKEL, 353.
STRAUB, 172.
STRAUSS, 226.
STROBAND, 360, 365.
SUDHOFF, 368.
SUETÔNIO, 88.
SULPÍCIO SEVERO, 82.
SULZE, 257.
SUTCUFF, 16.5.
SUTRERLAND, 79.

T
TAINE, 297.
TEODORETO, 60, 113.
TEODORO DE MOPSUESTA, 58.
TEODÓSIO MAGNO, 113.
TEÓFILO DE ANTIOQUIA (S.), 138.
TREINER (A.), 236.
TERTULIANO, 36, 68, 73, 85.
THIERRY (A.), 343.
THIERSCH (H.), 81.
THOMMEN, 362.
THOMPSON, 33.
TUYSELIUS, 363.
TOMÁS DE AQUINO (S.), 100, 163.
TONIOLO, 453
TROELTSCH, 259.
TRÜMPELMANN. 252, 257, 260, 261.


476 - ÍNDICE ONOMÁSTíCO

V
VERMEERSCH, 302.
VEUILLOT (L.), 296.
VIALATOUX, 454.
VICENTE DE LERINS (S.), 2:21.
VILLERS (CH.), 370.
VINET (A.), 136.

W
WAGNER (C.), 428
WALDNER, 401.
WAPPAEUS, 435.
WATERWORT, 324
WEBER (C. F.), 360.
WEBSTER, 251.
WEIRYCH, 337.
WEISS (A. M.), 33, 195, 254, 264.
WEIZSAECKER, 253.
WENDT, 253.
WERNLE, 253.
WIÊSINGER, 81.
WILMERS, 172.
WINER,3{J6. ,
WISEMAN, ,', 35, 36, 224.
WIZEL, 400, 404.
WOLF (J.), 425.
WORTHER, 364.
WRIGHT, 440.

Y
YOUNG (A.), 337.

Z
ZAHM, 351.
ZAHN (TH.), 33, 81, 263.
ZAHN, 371. ,
ZELLER (E.), 81, 353.
ZÓSIMO (S.), 107.
ZWINGLIO, 192, 194, 199, 378,

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ÍNDICE ANALÍTICO

=====
Pg.467
=====
ÍNDICE ANALÍTICO
___



PREFÁCIO DA 1.ª EDIÇÃO............................................ 007


SIGLAS E ABREVIAÇÕES ............................................. 018



LIVRO I


A IGREJA CATÓLICA


CAP. I. S. PEDRO, PRIMEIRO PAPA - 017-095

INTRODUÇÃO. - A Igreja no plano dívíno, 017-021.

§ 1. - Promessa e investidura do primado - 021-049

SUMÁRIO - Preeminência de Pedra no Colégío Apostólico, 21. -
- A grande promessa: tu es Petrus, 27 ; as chaves do reino dos
céus, 35; o poder de ligar e desligar, 37. - Investidura solene do
primado: Pasce oves meus, 41. - A voz dos séculos, 45.

§ 2. - O primado de Pedro no colégio apostólico - 049-066

SUMÁRIO - Objeções do Sr. Carlos Pereira: os doze tronos, 49;
- a missão à Samaria, 50; S. Paulo "campeão antipapal", 51; S.
Pedro e os papas, 60; - Provas positivas da tese católica: a su-
lperioridade de Pedro nos Evangelhos, 61; exercício do primado
na Igreja primitiva, 62.

§3. - S. Pedro em Roma - 066-095

SUMÁRIO - Tese católica, 66. - Provas: Testemunhos do século
terceiro, 67; do século segundo, 69; do século primeiro, 74; de S.
Pedro, 76; - S. Pedro, primeiro bispo de Roma, 82; - Argumento
arqueológico, 84; - Objeções do Sr. Carlos Pereira: silêncio de
S. Lucas, 87; de S. Paulo, 89; - Conclusão, 92.

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Pg.468
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ÍNDICE ANALÍTICO



CAP. II. S. PEDRO, PAPA IMORTAL - 095-128

§ 1. - Perpetuidade do primado de S. Pedro - 095-115

SUMÁRIO - Demonstração da tese católica: o Evangelho, 97; a ra-
zão, 98 ; a história e o primado do Pontífice romano, 102.

§ 2. - Parologismos e ilogismos pereirianos - 115-128

SUMÁRIO - Paralogismos: O concílio de Nícéía, 116; o concilio
de Calcedônia, 118; a importância política de Roma, 120; as pseu-
do-isidorianas, 121; a ambição dos papas, 122. - Ilogismos: .o
primeiro papa, 126; exegese de um texto de S. Mateus, 127';
vestígios antigos do papado, 128.

CAP. III. O MAGISTÉRIO INFALÍVEL - 131-172

§ 1. - Magistério infalível da Igreja - 131-142

SUMÁRIO - A Igreja, prolongamento de Cristo na história, 131. -
Necessidade dum magistério infalível, 132. - Insuficiência da Bí-
blia, 134. - A infalibilidade da Igreja no Evangelho, 136; na cons-
ciência da cristandade, 137. - Imutabilidade doutrinal do ensino
católico, 139. - Evolução do dogma? 140.

§ 2. - Corolário fatal - 143-151

SUMÁRIO - Onde estava a Igreja antes de Lutero ? 143. -
Evasivas do Sr. Carlos Pereira, 145. - "Pias testemunhas da
verdade." 147.

§ 3. - Infalibilidade do Papa - 151-172

SUMÁmo - Um dogma desfigurado, 152. - Noção da infalibilidade,
153. - Objeções fúteis, 156. - A infalibilidade na consciência da
Igreja, 160. - Definição do Concílio Vaticano, 164. - Acusações
protestantes : o concílio não foi ecumênico, 165; não foi livre, 168.
- Conclusão: a infalibilidade no Evangelho, 170.

LIVRO II

A REFORMA PROTESTANTE


CAP. 1. ORIGEM E PROGRESSO DA REFORMA - 175-208

§ 1. - Missão religiosa de Lutero - 175-195

SUMÁRIO - O profeta de Wittemberga, 175. - Exame de suas cre-
denciais: milagres e profecias, 176. - Perfil moral de Lutero, 178;
e dos outros reformadores, 188.

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Pg.469
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ÍNDICE ANALíTICO


§ 2. - Progresso da Reforma e sua causa - 195-208

SUMÁRIO - Causas predispositivas : corrupção dos costumes e huma-
nismo, 196. - Causas próximas: internas, 196; e externas, 198.

CAP. II. PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DO PROTESTANTISMO - 209-230

§ 1. - A regra de fé protestante e a• Bíblia - 209-217

SUMÁRIO - Regra de fé da Igreja Católica, 209. - Regra de fé pro-
testante, 211. - Sua crítica à luz do Evangelho, 212.

§ 2. - O princípio fundamqntal do protestantismo ti luz
da história e da razão - 217-230

SUMÁRIO - A regra de fé no cristianismo primitivo, 217. - O exclu-
sívísmo do princípio bíblico condenado pela razão e pelo bom sen-
so, 222.

CAP. III. CONSEQUÊNCIAS DO PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DO PROTESTANTISMO - 231-292

§ 1. - Causas que retardaram a dissolução religiosa do
protestantismo - 231-236

SUMÁRIO - Efeitos imediatos do livre exame, 231. - "Catolicização"
prática do protestantismo, 232. - Escravização ao poder civil, 234.

§ 2. - Multiplicação de seitas - 237-249

SUMÁRIO - Desagregação sectária do protestantismo 237. - Prodí-
gios de acrobacia intelectual em defesa de uma causa perdida: a
"harmonia fundamental" do Sr, Carlos Pereira, 239.

§ 3. - Dissolução dogmática do protestantismo - 249-264

SUMÁRIO - Destruindo dogmas, 250. - Cristianismo adogmático, 258.
- Rumo do niilismo religioso. 259.


LIVRO III

CAP. I . A IGREJA, A REFORMA E A GRANDEZA
ECONÔMICA E POLíTICA DAS NAÇÕES - 267-338

§ 1. - A prosperidade material dos povos como critério
religioso -
267-280

SUMÁRIO - O argumento protestante, 268. - Idéia da civilização
de um povo, 270. - O critério protestante à luz da razão, 272; da
história, 278; e do evangelho, 280. - Eficácia social do cristia-
nismo, 282. - Réplica e tréplica: um fato e sua interpretação, 285.

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Pg.470
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ÍNDICE ANALÁTICO


§ 2. - Decadência das nações católicas? - 290-307

SUMÁRIO - Espanha, 290. - Portugal, 294. - França, 295. -Áus-
tria, 299. - Itália, 299. - Bélgica, 301. - Irlanda, 303. - Conclu-
sões, 306.

§ 3. - Marcha ascendente das nações protestantes? - 307-338

SUMÁRIO - Holanda, 307 - Países escandinavos, 309. - Suíça,
311. - Alemanha, 312 - Inglaterra, 317. - Estados Unidos, 333. - Conclusões, 334

CAP. II. A IGREJA, A REFORMA E A CULTURA INTELECTUAL - 339-371

§ 1. - A Igreja e a cultura intelectual - 339-351

SUMÁRIO - Duas espécies de cultura, 340. - Pregação e catecismo, 340. - Instrução popular: escolas primárias, 343. - Estudos superiores; criações das universidades, 346.

§ 2. - A Reforma e a cultura intelectual - 351-371

SUMÁRIO - Aniquilamento da razão na teologia de Lutero, 352. - Desorganização do ensino primário, 356. - Decadência das escolas secundárias e superiores, 357. - Guerra às belas-artes, 369.

CAP. III. A IGREJA, A REFORMA E A MORAL - 373-448

§ 1. - A moral nas doutrinas da Reforma - 313-389

SUMÁRIO - Introdução: a santidade na Igreja católica, 313. - Doutrinas morais da Reforma: ausência de princípios intelectuais, 375; determinismo fatalista, 377; dogmas negados, 379; dogmas afirmados, 382.

§ 2. - A moralidade nos costumes da Reforma - 390;.405

SUMÁRIO - Decadência geral dos costumes, 390. - Particularizado: abolição do celibato, 396; divórcio, 397; poligamia, 398; embriaguez, 402 ; egoísmo, 403.

§ 3. - Estudo comparativo da moralidade nas nações católicas e
nas nações protestantes
- 405-447

SUMÁRIO - Causas de regeneração parcial na moralidade dos povos protestantes, 405. - Estado atual. Critério das estatísticas, 410. - Estatísticas criminais, 413. - Natalidade ilegítima e interpretação dos seu resultados, 414. - Divórcio, 435. - Suicídio, 441.

CONCLUSÃO .................................................................... 449
APÊNDICE.......................................................................... 463
ÍNDICE ANALÍTICO........................................................ 467
ÍNDICE ONOMÁSTICO................................................... 471
_____________

Índice Onomástico
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

IRC - SIG/ABR

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Prefácio



SIGLAS E ABREVIAÇÕES Pg.9


SIGLAS E ABREVIAÇÕES



ML - MIGNE, J. , Patrologiae cursus completus, Series latina, Parisiis, 1844 ss. 221 vols. número romano indica o volume; o arábico, a coluna.

MG - MIGNE, J. P., Patrologiae cursus completus. Series graecs, Parisiis, 1857 ss. 161 vols. Citações como acima.

F - FUNK F. X., Opera Patrum apostolicorum, ed. 2. Tubingae, 1887, 2 vols. O número romano indica o volume; o arábico, a página.

MANSI - MANSI JOAN DOM., Sacrorum Conciliorum nova et amplissima collectio, Florentiae, 1759 ss. Citações como acima.

HARDUIN - HARDUINI JOANNES, Concliorum colletio regia maxima, Parasiis, 1715 ss. Citações como acima.
Obras dos fundadores do protestantismo

Lutero
WALCH - É a edição publicada em Halle entre 1840 e 1753 sob a direção de J. G. WALCH, professor em Iena. Compreende em 14 vols as obras alemãs, latinas e a tradução alemã das latinas. número romano indica o volume; o arábico, a página.


Erl. - M. LUTHER, Saemtlich Werke, Erlangen, 1826 sq. Est edição das obras alemãs de Lutero compreene 87 vols. e foi publicada sob a direção de J. G. PLOCHMANN e J. A. IRMISCHER. Do tomo 1-16 citamos a 2.ª edidção, publicada por ENDERS em Francoforte e Erlangem em 1862 e ss. Citações como acima.


Weimar - D. MARTIN LUTHERS, Werke, Kritische Cesamtausgabe, Weimar, 1883 ss. Desta edição crítica que até 1914 contava 50 vols é que nos servimos mais frequentemente. Citações como acima.
Pg.14


DE WETTE - LUTHERS., M., Breife, Sendschreibe und Bedenken vollstaendig gesammelt von W. M. L. DE WETTE, Berlin, 1825-1828. São as epístlas de Lutero reunidas em 5 vols. aos quais DEIDEMANN acrescentou um sexto, Berlim, 1858. Citações como acima. Foi a edição que tivemos quase sempre entre mãos.
Melanchthon
Corpus Reformatorum. - MELANCHTHONIS Opera Omnia, ed. BRETSCHNEIDER, Halis Saxoniae 1834-1863. No Corpus Reformatorum vols 1-28.
Calvino
Opera - J. CALVINI, Opera Omnia quase supersunt adiderunt T. BRAUN, E. CUNITZ, E. REUSS, Brunsvigae 1863-1900, 59 vols. No Corpus Reformatorum vols. 29-87.
Zwinglio
Opera - HULDREICH ZWINGLIS Saemtliche Werke. Unter Mitwirkung des Zwingli Vereins in Zürich herausgegeben von Dr. E. EGLI und Dr. G. FINSLER, vol. I, Berlin 1904; vol II, Leipzig 1908. No corpus Reformatorum vols. 88-89.


Werke - HULDRIOCI WINGLII, Opera, Completa editio prima curantibus MELCHIORE SCHULERO et IO. SCHULERO et IO. SCHULTHESSIO, Turici 1824-1842, 8 vols.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O PRIMADO DE PEDRO NA ANTIGUIDFADE CRISTÃ - ICR AP

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APÊNDICE Pg.463




APÊNDICE

O PRIMADO DE S. PEDRO NA ANTIGUIDADE CRISTÃ


I. TESTEMUNHO DOS SS. PADRES, DOS ESCRITORES ECLESIÁSTICOS E DA LITURGIA ANTIGA.

A) Igreja latina.


A ANTIGA BASÍLICA DE SÃO PEDRO EM ROMA

TERTULlANO (c. 160-223) "Latuit aliquid Petrum aedificandae Ecclesiae petram dictum, claves regni coelorum consecutum, et solvendí et alligandi in coelis et terris potestatem?" De Praescriptione, c. 22 (ML,II, 34).

S. CIPRIANO (200-258) : "Petro primum Dominus, super quem aedificavit Ecclesiam, et unde unitatis originem instituit et ostendit, potestatem istam dedit, ut id solveretur (in tcrris ), quod ille solvisset". Epist. 73, ad Jubaianum, n. 7 (ML, III, 1114) - "Nec Petrus quem primus Dominus elegit et super quem aedificavit Ecclesiam suam, cum secum Paulus de circumcisione postmodum disceptaret vindicavit sibi insolenter aut arroganter assumpsit ut diceret se primatum tenere, et obtemperari a novellis et posteris sibi potius oportere". Epist. 71 ad Quintum, n. 3 (ML, IV, 410).

S. MÁXIMO (c. 460): "Quanti ergo meriti apud Dominam suum Petrus erat, ut ei post naviculae parvae remigium totius Ecclesiae gubernacula tradantur?" Sermo 3, de Apost.

S. OPTATO DE MILÉVIO (c. 370): "Igitur negare non potes scíre te in urbe Roma Petro primum cathedram essa collatam, in qua sederit omnium apostolorum caput Petrus, inde Cephas appellatus". De schisma Donati, 1. 2, n. 2 (ML, XI, 947).

S. AMBRÓSIO (340-3D7) "Ipse est Petrus cui dixit: Tu es Petrus et super hanc petram aedificabo Ecclesiam meam . Ubi ergo Petrus, ibi Ecclesia. Ubi Ecclesia, ibi nulla mors'", In Ps. XL, n. 30 (ML, XIV, 1082). - "Cui

APÊNDICE Pg.464

[Petro] propria auctoritate regnum dabat [Chrístus], hujus fidem firmare non poterat ? Quem cum petram dixit, firmamentum Ecclesiae indicavit". De fide, I, 4. c. 5., n. 56 (ML, XVI, 628).

S. JERÔNlMO (331 ou 340-420): "Inter duodecim unus eligitur, ut capite constituto, schismatis tolleretur occasío" In Jovin., lib. I, n. 26 (ML, XXIII, 247). - "Christus Petri largitus est nomen, ac secundum metaphoram petrae recte dicitur ei: aedificabo Ecclesiam meam saper te. In evang. Math., c. 16 (ML, XXVI, 117). - "Quid Platoni et Petro? Ut ille enim princeps philosophorum ita hic apostolorum fuit, super quem Ecclesía... fundata". Adv. Pelag. l. I, n. 14 (ML, XXIII, 506).

S. AGOSTINHO (354-430): "Quid ergo incongruum si Petrus post hoc peccatum factus est Pastor Ecclesiae, sicut Moyses post percussum. aegyptum factus est rector illius Synagogae?". Contr. Faustum, 1.22, c. 70 (ML, XLII, 445). - A Sé de .Roma "ípsa est petra quam non vincunt superbae inferorum portae" . Psalm. contr. partem Donati (ML, XLIII, 30) - "Petrus qui Paulo ante eum confessus erat Filium Dei et ín illa confessíone appelatus erat petra supra quam fabricaretur Ecclesia". Enarrat. in Ps, 69, n. 4 (ML, XXXVI, 869).

S. LEÃO MAGNO (RN. 461): "De toto mundo unus eligitur Petrus qui et universarum gentium vocationi, et omnibus apostolís cunctisque. Ecclesiae partibus praeponatur ; ut quamvis in populo Dei multi sacerdotes sint, multique pastores, omnes tamen proprie regat Petrus quos principaliter regit et Chrístus". Serm. 4 de assumpt. sua ad Pontificatum (ML, 149-150).

S. HILÁRIO (m. 366): "Petrus cui superiores claves regni coelorum dederat [Christus], super quem Ecclesiam aedificaturus erat adversum quam portae inferni nil praevalerent, qui quae ín terris solvisset vel ligasset, ea in coelo, vel soluta persisterent vel ligata" Tract, in. Ps. 131, n. 4 (ML, IX, 730).

S. ZENÃO DE VERONA (séc, IV): "Simoni, super quem aedificavit Ecclesiam, Petrus nomen ímposuít". L. I, Tract, 13, n. 8 (ML, XI, 351).

S. PRÓSPERO DE AQUITÂNIA (m. 463): "Quis vero ambigat quis ignorat hanc fortissimam petram, quae ab ípsa principali petra communionem et virtutes sumpsit et nominis, hoc desiderium semper habuisse ut ei moriendi pro Christo constantía donaretur?". De vocatione omnium gentium, 2, 28 ( ML, LI, 714).

B) Igreja grega.

ORÍGENES (c. 185-254): “Vide magno illi Ecclesiae fundamento et petrae solídissimae super quam Christus fundavit Ecclesiam quid dicatur a Domino...” Hom. 5 in exodo n. 4 (MG, XIII, 329) - "Cui" [Petro] tamquam fundamento superstructa est Ecclesia adversus quam nec ipsae inferorum portae praevaliturae sunt". In Joan. t. 5, n. 3 (MG, XIV, 188).

S. BASÍLIO (331-379); "Jonae filium, qui fuit ex Bethsaida, Andreae fratrem, qui ex piscatore ad apostolatus ministerium vocatus est, qui, quoniam fide praestabat, Ecclesiae aedificationem in se ipsum recepit'", Ad. Eunomium, 1. 2, n. 4 (MG, XXIX, 580).

APÊNDICE Pg.465

S. GREGÓRIO NAZIANZENO (c. 330-390): "Vides quemadmodum ex Christi discipulis magnis utique omnibus et excelsis atque electione dignis, hic petra vocetur atque Ecclesiae fundamenta fidei credita habeat'. Orat. 32, n. 18 '(MG, XXXVI, 193).

S. GREGÓRIO NISSENO (m. c. 394): "Celebratur Petri memória qui apostolorum est caput et una cum ipso cetera membra Ecclesiae glorificantur, Dei vero Ecclesia (in ipso ) solidatur. Hic juxta praerogativam sibi a Domino concessam firma ac solidissima petra est super quam Salvator Ecclesiam fundavit". Orat. 2 de S. Steph, (MG. XLVI, 733).

S. CIRILO ALEXANDRINO (m. 344): "Et Simonem eum (Christus) non jam vocari patitur, eum sibi pro sua potestate jam tunc ut suum vindicans, sed congrua similitudine Petrum a petra vocari placuit puta super quam fundaturus erat suam Eoclesiam", In Ioan. evang., l. 2, 42 (MG, LXXIII, 220).

S. JOÃO CRISÓSTOMO (c. 344-405): "Petrus itaque chori illius coryphaeus, Apostolorum omnium, caput illius familiae, orbis totius praefectus, fundamentum Ecclesiae", Hom.in illud : "Hoc scitote", n. 4 (MG, LVI, 275).

S. NILO (m. 430): "Qui vero praeses in apostolorum choro et semper ín hís dux praestantior fuit". Tract. de voluntaTia paupertate, c. 8 (MG, LXXIX, 979) - "Vídens Ecclesiae primum lapidem, chori apostolici verticem, post poenitentiam factam". Epist. 2, 261 (MG, LXXIX, 333).

THEOPHILATUS: "Tu vero conversus confirma fratres tuos. Planus hujus intellectus is est: Quia te habeo ut principem apostolorum, postquam, negato me, fleveris et ad poenitentiam veneris, confirma coeteros. Hoc enim et decet qui, post me, Ecclesiae petra es et confirmamentum". ln c. XXI Lucae.
Na liturgia grega lê-se "beatum te ac proprio te nomine dixit Petrum quasi petram et basem Ecclesiae frangi nesciam". - "Tamquam in petra solida in te Petro, Ecclesiam fírmans Christus, in fide immotam eam stabiliat tuis precibus ín aevum mansuram'", PITRA, Hymnographie de l'Eglise grecque, Roma, 1867, pp. XLII, XLIX.

C) Igreja siríaca.

S. AFRAATES (m. c. 344): "Suscepit eum Petrum Dominus, posuit eum in fundamentum, vocavitque eum petram, Ecclesiae aedificationem". Demonst. 7 de poenitentibus n. 15 Patrologia syriaca ed. R. GRAFFIER, Paris, 1904, P. I., t. I, p. 335.

S. EFRÉM (m, 373): "Simon, discipule mi, ego te constituo fundamentum ecclesiae sanctae, Petram vocavi te antea quia tu sustinebis totum meum aedificium; tu es inspector eorum qui aedificant mim ecclesiíam in terris'", Serm. 4 in hebdomad. sancta, n. I, ed. de TH. LAMY, Mechliniae, 1882, t. I, 412. "

Nos livros litúrgicos dos sírios, no ofício dos SS. Apóstolos: "Simon, caput, apostolorum, rector, pastor et gubérnator Ecclesiae". - Na mesma liturgia Siríaca: "Beatus es, Simon Barjona, cui os vivens affirmavit dicens: beatus es quia super te aedificabo et stabiliam firmiter Ecclesiam sanctam". E. G. KHAY-YATH, Syri orientales, 4.

APÊNDICE Pg.466

No Sínodo de Dadiesu, convocado em 424, o bispo Agapito, demonstrando a necessidade da obediência dos bispos ao patriarca, assim se expríme: "Unus sit ejus [Spíritus Sancti] thesauri dispensator, Simon Barjona, qui cognominatus fuit Petra et cui prormisit : "Super hanc petram aedificabo ecclesiam meam", et iterurn: tibi dabo claves regni coelorum. Non dixit Christus omnibus discipulis : "super vos aedificabo" et "vobis dabo". E. G. KHAYYATH. Syri orlentales, 5, 121.

D) Igreja eslavo-russa.

Nos livros litúrgicos dos russos lêem-se estas palavras: "[Petrus] fundamentum Ecclesiae, pastor dominicus omnium apostolorum, dux apostolorum". Num hino de quinta-feira na, oitava da festa dos apóstolos canta a Igreja russa: "Oh! S. Pedro, príncipe dos apóstolos! Primado apostólico, pedra inamovível da fé, em recompensa da tua confissão, fundamento eterno da Igreja. " clavígero dos céus, eleito entre os apóstolos para ser depois de Jesus Cristo o pri-
meiro fundamento da Santa Igreja
, alegra-te; alegra-te, coluna inabalável da fé ortodoxa, chefe do colégio apostólico!". 1

II. TESTEMUNHO DOS CONCÍLIOS ECUMÊNICOS

O Concílio de Éfeso (431, 3.0 ecumênico) ouve e aprova as seguintes palavras do legado do papa S. Celestino: "Nulli dubium, imo saeculis omnibus notum est quod sanctus beatissimusque Petrus, apostolorum prínceps et caput, fideique columna et Ecclesiae catholicae fundamentum a N. D, J . C. claves regni accepit". MANSI, IV, 1295 B.
O Concílio de Calcedônia (451, 4.° ecumênico) chama Pedro "Petram et cupidinem Ecclesiae catholicae".

0 3.° Concilio de Nicéia (787, 7.° ecumênico) afirma: "Beatus Petrus... ubique principatum obtinuit et obttnet".

O 2.° Concilio de Lião (1274, 14.º ecumênico) declara que a Igreja romana recebeu "in beato Petro, apostolorum príncipe sive vertice primatum cum potestatis plenitudine" MANSI, XXIV, 70 A. sg.

O Concílio de Constança (1414-1415, 16.º ecumênico) condenou a seguinte proposição de João Hus, ascendente próximo de Lutero: "Petrus non est nec fuit caput Ecclesia", MANSI, XXVII, 1290 C.

O Concílio de Florença (1442, 17.º ecumênico): "Definimus ipsum Romanum Pontificem esse successorem beati Petri principis Apostolorum... et ipsi in beato Petro pascendi, regendit et gubrnandi universalem Ecclesiam a D. N. J. C. plenam potestatem traditam esse". MANSI, XXXI. 1030 D. sg.
_____________

1. Sobre a Igreja russa e grega dissidente ver muitos outros documentosl coligidos por J. DE MAISTRE, Du Pape, 1. I, c. 20, Paris, 1819. pp. 82-99: CAGARIN, Etudes, t. II, 1857; ID., La primauté de S. Pierre et les livres liturgiques de l'Eglise russe, 1865.


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